Em 2026, a advocacia brasileira passou por uma transformação silenciosa: o primeiro contato entre cliente e advogado deixou de acontecer no escritório e passou a acontecer no Google. Mesmo a indicação "boca a boca" hoje termina com o cliente digitando seu nome no buscador antes de ligar.
Se você é advogado e ainda não tem um site profissional — ou tem um site amador — está deixando dinheiro na mesa todos os meses. Este guia explica por quê, dentro dos limites éticos da OAB.
Pesquisas recentes mostram que mais de 90% das pessoas que precisam de um advogado começam a busca pela internet. Elas procuram termos como "advogado trabalhista Rio de Janeiro", "advogado de família urgente" ou simplesmente o nome do escritório indicado por um amigo.
Se você não aparece nessa busca, quem aparece é a concorrência. E mesmo que apareça pelo nome, se o cliente cair num perfil desatualizado ou num site amador, a credibilidade se desfaz em segundos.
Existe um mito antigo de que advogado "não pode fazer marketing". Isso não é verdade. O Provimento 205/2021 modernizou as regras e permite expressamente publicidade informativa, desde que respeite o Código de Ética.
O que NÃO é permitido: mercantilização (descontos, promoções, pacotes), captação indevida (oferecer serviços a quem não pediu), divulgar valores de honorários e usar linguagem comercial agressiva.
O que É permitido: ter um site institucional, divulgar áreas de atuação, currículo, artigos jurídicos, escritório, telefone, e-mail e formulário de contato.
Um site institucional bem feito não infringe a OAB — pelo contrário, é a forma mais ética e profissional de se posicionar no digital.
Em 2026, ter um site profissional não é diferencial — é o mínimo. Para o advogado que quer crescer com previsibilidade, é o investimento de menor custo e maior retorno: a partir de R$ 597 no primeiro ano, você tem presença digital ética e profissional 24 horas por dia.
Se você atende no Rio de Janeiro ou em qualquer cidade do Brasil, vale a pena ter um site institucional sob medida — feito para advogados, dentro das regras da OAB, e otimizado para o Google.
Sim. O Provimento 205/2021 permite expressamente que advogados tenham sites institucionais, desde que sigam o Código de Ética: sem mercantilização, sem divulgar honorários e sem captação indevida.
Na TypeSites, o Plano Completo para advogados custa R$ 597 no 1º ano (site, hospedagem e domínio inclusos). Sites mais robustos com blog jurídico e integrações ficam entre R$ 1.500 e R$ 3.500.
Valores de honorários, promoções, descontos, garantias de resultado, linguagem comercial agressiva e qualquer conteúdo que possa caracterizar mercantilização da advocacia.
Resultados orgânicos do Google levam de 60 a 180 dias. Mas o site começa a converter clientes que pesquisam seu nome (vindos de indicação) imediatamente após o lançamento.
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